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domingo, 21 de junho de 2009

Rock da terrinha




Um movimento democrático e espontâneo que tem como objetivo organizar as bandas de rock de Niterói – e por tabela São Gonçalo – para reivindicar interesses comuns e maior apoio da iniciativa pública e privada. Se você não sabe a quem essa definição pertence, acredite, está por fora. Este é o Araribóia Rock, projeto do jornalista Pedro de Luna, que busca não apenas o sucesso para o rock de Niterói, mas a organização do cenário musical no município.
- Quando viajo pelo Brasil, sempre escuto: “Niterói? Ah, Dalto, Arthur Maia, Claudio Zoli?". Respondo: "Niterói deles, do Bendis, e de muitas bandas de rock legais - diz Pedro de Luna.

Os planos para o futuro não poderiam ser melhores. A meta é forma uma ONG, o Instituto Araribóia Rock, e lutar por uma sede própria. Além disso, ele pretende realizar um grande festival.

- Queremos trazer grupos de fora do estado, e incluir o festival no calendário de eventos do município - anuncia.
Bandas de Niterói, São Gonçalo, Tanguá, Maricá e arredores são bem-vindas nos eventos realizados pelo Araribóia Rock e parceiros. Para participar, basta se cadastrar. Solicite um ficha através do email arariboiarock@gmail.com
O Araribóia Rock também está em diversas mídias sociais. Conheça mais sobre o grupo no Orkut, Fotolog, Twitter e MySpace.
Por Luana Soares

sábado, 20 de junho de 2009

Niteroienses conquistando palcos internacionais


Eles estão se despedindo, mas logo voltarão. Os meninos da banda niteroiense Nastrada foram selecionados para participarem da coletânea “Rock Made in Brazil” e vão cantar no Japão. E para alegria dos seus s, os garotos se apresentarão no bar Cruzz, em Piratininga, às 22h30, do próximo sábado, dia 27.

No repertório da banda, que foi premiada com o troféu do 2º Festival Songbook de Música realizado na Lapa, Rio de Janeiro, terá os clássicos do U2, Red Hot Chili Peppers e Rolling Stones, além de músicas do CD Direito de Sonhar.

A banda é formada por: Victor Mansur (guitarra), Humberto Alonso (vocal), Filipe Butantã (baixo), Yuri Homem (teclado) e Luis Lessa (bateria).

A banda também está participando do concurso as Garagem do Faustão. Quem puder dar uma força...é só clicar aqui.

Serviço:
Local: Bar Cruz fica
Endereço: Rua Almirante Tamandaré, 556, Piratininga, Niterói.
Valor: Os ingressos custam R$ 10,00 (mulher) e R$ 15,00 (Homem).
Para mais informações: 2619-1428.

Publicado por Larissa Lima

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Bossa nova niteroiense é exportada


Sérgio Mendes, ou melhor, o niteroiense Sérgio Santos Mendes, é um músico e compositor brasileiro de bossa nova. Ele ficou conhecido principalmente pelo hit "Mas que nada", tema de abertura do programa Estrelas, apresentado pela Angélica. Na música, Sérgio dividiu o microfone com o grupo Black Eyed Peas.

Sérgio Mendes começou com o Sexteto Bossa Rio, gravando "Dança Moderna" em 1961. Viajando pela Europa e Estados Unidos, gravou vários álbuns com Cannonball Adderley e Herbie Mann, chegando a tocar no Carnegie Hall. Mudou para os EUA em 1964 e produziu dois álbuns sob o nome de "Brasil '64", com a Capitol Records e a Atlantic Records.

Foi nos EUA que começou o grupo Sérgio Mendes & Brasil 66, alcançando sucesso lançando a canção Mas que nada, de Jorge Ben Jor, em versão bossa nova.

Nos anos 90, criou a banda Brasil 99, com a qual gravou o disco Brasileiro, que, além de levá-lo de volta às paradas de sucesso, lhe rendeu o Grammy de 1993 na categoria World Music. Tem mais de trinta discos lançados, e o mais recente deles conta com participações especiais de, entre outros, Stevie Wonder e Black Eyed Peas.

Pouca gente sabe, mas durante a época de pobreza de Harrison Ford, foi o carpinteiro do cantor.
Por Larissa Lima

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Carioca com alma niteroiense


Apesar de ter nascido em Realengo, foi a capital brasileira que deu nome ao músico Gustavo, mais conhecido por Gustavo Brasília. Criado em Campo Grande, ele teve uma infância saudável e alegre. Por meio de atividades escolares, teve seu lado artístico estimulado. Com três anos de idade surpreendeu quando, numa festa de fim de ano, cantou com sua turminha a música “A porta', de Vinícius de Moraes. No final da apresentação vibrou com os aplausos do público presente. Cresceu ouvindo vários estilos musicais, gostava samba, rock, MPB, pagode, funk das antigas e alguns clássicos. Cantando, dançando e representando, foi aflorando seu gosto pela arte de cantar.

Uma das músicas que mais o marcou foi “Primeiros erros”, do Capital Inicial, até hoje presente em suas apresentações. No Colégio São Vicente de Paulo, iniciou o grupo musical 'Praladebom', onde tocava percussão. Com o tempo se revelou e pela primeira vez assumiu os vocais de uma banda.

Após algumas alterações no grupo chegou-se à formação do grupo 'Sem Juízo', foi aí que Gustavo ganhou fama em Niterói como O “Brasília” - como é conhecido até os dias de hoje. O ´Sem Juízo' conseguiu sucesso em Nkiti, mas isso não foi suficiente, e o grupo chegou ao fim. Esse era apenas mais um desafio na carreira de Gustavo que, na companhia do amigo violonista Maykel, seguiu seu caminho na MPB em formato voz e violão.

Assim surgiu a banda Na Fita. O auge de seus shows é o “Momento Brega” hora em que o público participa bastante cantando e dançando músicas populares. Gustavo Brasília se apresenta toda sexta-feira, a partir das 23h no Bar do Meio em Piratininga, Região Oceânica.

Quem se interessar em contratá-lo pode entrar em contato pelos números: (021) 2619-3653/ (021) 9984-0197/(021) 7819-5928 - ID: 23*26351.
Por Thaís Barros

Unidade Punho Forte leva reggae à Niterói


Formada em maio de 1997 na cidade de Niterói, a banda Unidade Punho Forte tem como proposta fazer músicas consistentes e conscientizadoras, utilizando a linguagem do reggae nas suas mais autênticas tradições e raízes, o que não caracteriza um trabalho nostálgico.

O grupo já dividiu o palco com bandas famosas como Natiruts e Tribo de Jah, e já participou de grandes eventos. Além disso, já tocou nos espaços mais tradicionais do Rio de Janeiro. Assim, vem divulgando seu som e cativando o público.

Punho Forte é a realização de um trabalho sério e profissional, feito com muito suor e dedicação. É a constatação de que pessoas unidas em torno de um mesmo ideal podem chegar longe, muito longe. Quem viver verá!!

Entre as músicas mais conhecidas, estão, 'Reggae pelo Brasil', 'Reggae e flores', e 'Para Deus e os humanos'.


Conheça mais o grupo. Acesse a comunidade oficial no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#CommTopics.aspx?cmm=202246
Por Renaldo Souza

Ei, psiu... Sambaí!


A expressão "Ei, psiu... Sambaí!" está cada vez mais conhecida no mundo do samba. Essa frase é usada pelos meninos do Grupo Sambaí, entre determinadas músicas, para animar os inúmeros fãs presentes em seus shows. Foi com esse espírito jovem, muita irreverência e doses certas de responsabilidade e sorte, que as rodas de samba do Sambaí se tornaram tradicionais em Niterói .

A história do grupo começou em 2005, quando uma turma de amigos e admiradores desse ritmo brasileiríssimo, formou o bloco carnavalesco "Devotos de Jorge". Antes de todos os ensaios uma roda de samba esquentava, literalmente, os tambores da galera e dos ritmistas. Dessa "brincadeira" nasceu o Grupo Sambaí.

A partir daí, o Sambaí começou a trilhar seu caminho e trabalhar em busca de seus ideais musicais. Com a gravação de um CD demo e a música "Mensageiro Brasil" foi campeão do 1° Festival Skol de Roda de Samba. Era apenas o início! O grupo em pouco tempo conquistou reconhecimento em todo Estado do Rio de Janeiro, e hoje se configura como um dos grupos mais populares da nova geração do samba carioca, já tendo feito shows em São Paulo e em Porto Alegre onde a música "Pensa Bem" é uma das mais pedidas nas rádios locais. A mesma música é campeã do youtube com mais de cem mil acessos.

Esse talento chamou a atenção do produtor musical Prateado, que apostou e deu início a uma parceria de sucesso. O resultado foi a gravação do primeiro CD do grupo. Entre as 15 faixas, cinco são executadas e estão na lista das mais pedidas nas rádios de maior audiência do Rio de Janeiro. "Falando com os astros", a já citada "Pensa bem", "Ilha da Felicidade", "Colcha de Algodão" e "Céu e Firmamento" caíram no gosto do público e ultrapassaram as barreiras das rádios sendo tocadas por vários grupos de pagode e rodas de samba de todo Brasil.

Com 4 anos de estrada e encarando o samba com respeito e fazendo dele um só, sem divisões ou preconceitos, que o Grupo Sambaí vem construindo bases sólidas para uma carreira de sucesso e reconhecimento em todo o país.

Conheça mais o grupo:

Comunidade no orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2805760
Fã-clube: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=31349818
Fotolog: http://www.fotolog.com/sambai

Por Thais Barros

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Nayah leva reggae de Niterói para o Brasil



Num piscar de olhos, já se passaram dez anos desde que o grupo niteroiense Nayah começou sua carreira. Mas esta não é uma banda comum. O quarteto formado por Mumu, Renzo, J Punk e Guga, mistura reggae, rock, funk e rap. Com esse som, eles já ultrapassaram as fronteiras da sua cidade natal e invadiram o Brasil. Mas este é um momento especial na sua história. A banda lança "Nayah", seu primeiro disco por uma gravadora. Sozinhos, sem ajuda de produtor ou divulgador, os músicos já haviam vendido em shows e pequenas lojas especializadas, mais de três mil cópias do CD “Foge pra lua”.
- A gente tem uma levada meio rock, mais nervosa. E temos influência do rap. Não somos uma banda rastafári. A gente mescla estilos. Acho que nosso disco poderia estar na prateleira do reggae ou na do rock - acrescenta JPunk.
O grupo se apresenta no dia 23 de maio, sábado, no Spage Bar – antigo capelinha, no Cafubá, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói. Nos intervalos haverá apresentação do DJ Andread.
Serviço:
Local: Stage Bar (Avenida 10, número 6)
Horário: 23h
Ingressos – R$20,00
Ingressos antecipados – R$ 15,00 (ganha um cd demo)
Por Luana Soares

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Unidos do Viradouro mostra que Niterói tem samba no pé!


Fundada em 24 de junho de 1946, por Nelson dos Santos, conhecido com Jangada, a Unidos do Viradouro, ou melhor, a vermelho-e-branca de Niterói é uma das grandes referências culturais e artísticas do município. Após um plebiscito promovido, em 1986, entre os componentes da escola com o objetivo de saber se a vermelho e branco deveria passar a disputar o Carnaval do Rio, 98% dos votantes foram favoráveis à mudança. A agremiação, então, filiou-se à Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (AESCRJ), estreando como hors concours, no grupo de acesso do Rio, no Carnaval do mesmo ano. Em 1987, começou a disputar com as agremiações cariocas, passando pelos grupos C e B até chegar ao A, do qual foi campeã em 1990, com o enredo "Só Vale o que está escrito", do carnavalesco Max Lopes. O campeonato deu o direito à escola de Niterói a integrar a elite do espetáculo do Sambódromo carioca: o Grupo Especial. O ano do título do grupo A coincidiu com a chegada, na escola, de José Carlos Monassa, que esteve à frente da vermelho-branco por 16 anos. Em 1991, na estréia da Viradouro no Grupo Especial, a agremiação deixou claro que pretendia se firmar como uma grande escola, competindo em igualdade de condições com as co-irmãs. Disputando o título com 15 escolas – já que, na época, o grupo contava com um número maior de agremiações - a Viradouro obteve o sétimo lugar, com o enredo "Bravo, Bravíssimo - Dercy, o Retrato de um Povo", de Max Lopes e Mauro Quintaes. Nos anos seguintes, a escola de Niterói continuou apresentando grandes espetáculos na Marquês de Sapucaí, até que, em 1997, conquistou o primeiro campeonato no Carnaval carioca, com enredo “Trevas! Luz! A Explosão do Universo”, do carnavalesco Joãosinho Trinta. Outras desfiles memoráveis fazem parte da história da vermelho e branco tanto que, nos últimos dez anos, a escola só não esteve no Desfile das Campeãs em dois carnavais.

Assista trechos do desfile campeão de 1997 no youtube

Por Larissa Lima

Teatro Municipal: tradicional palco em Niterói


Quantas vezes você já passou pela Rua XV de Novembro, no Centro de Niterói? Se você mora na 'Cidade Sorriso' pode responder que foram milhares de vezes. Contudo, poucas pessoas se deram conta do histórico prédio do Teatro Municipal João Caetano, tradicional palco da música brasileira em Niterói.


Um pouco de história e conhecimento: Teatro Municipal João Caetano foi reinaugurado em 1995, após uma profunda restauração. O projeto de recuperação encarou um grande desafio que era respeitar os aspectos históricos e ao mesmo tempo dotá-lo de modernidade. Ao longo de sua história, o teatro sofreu sucessivas obras de reformas que foram alterando a forma original do prédio, adaptando espaços e desfigurando seus seus núcleos históricos, dando origem a um prédio com características de diferentes épocas. No entanto, a fachada manteve as linhas arquitetônicas neoclássicas da reforma de 1888 e 1889.
Um dos pontos turísticos mais acessíveis de Niterói, o teatro municipal João Caetano foi fundado em 1824 era denominado teatro Santa Teresa. Recebeu o nome de Teatro Municipal João Caetano, em 1900, como homenagem ao homem que o dirigiu durante anos e foi o responsável pela estréia da primeira companhia dramática nacional, em 1833, pela Sociedade Filodramática de Niterói.
Conheça mais sobre o Teatro Popular no site do espaço.
Por Luana Soares

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Bia Bedran encanta gerações com cantigas infantis


Quem nunca ouviu a cantiga "Pedala, pedala, pedala pedalinho. Me leva pra longe, bem devagarinho...", não teve infância certamente. Esta, e outras tantas cantigas, é da autoria da violonista e cantora niteroiense Bia Bedran.
Beatriz Martini Bedran estudou violão clássico na Pró-Arte, no Rio de Janeiro, com o professor Léo Soares, de 1968 a 1972. De 1969 a 1972 estudou Harmonia e Composição com o Maestro Guerra Peixe, no Museu da Imagem e do Som. É formada em Musicoterapia e em Educação Artística pelo Conservatório Brasileiro de Música.
Suas parcerias incluem trabalhos com Nick Zarvos, Ana Maria Machado, Fernando Lébeis e Sidney Matos. Fundou, com a família, o grupo "Quintal Teatro Infantil", em 1973. No ano seguinte, participou da SFAT Produções, de Dina Sfat e Paulo José. Em 1977, junto com Paulão Menezes, Guilherme Bedran, Victor Larica e Ricardo Medeiros, fundou o "Bloco da Palhoça". Desde 1987 mantém a sua banda, com Paulão Menezes, Geraldo Brandão, Zeli, Guilherme Bedran, Sandro Rebel, Ézio Filho, Ricardo Pacheco, Dino Rangel e Júlio São Paio.
Desde 1988, faz shows pelo Brasil onde mistura música com a arte de contar histórias. São inúmeros os prêmios de sua carreira, entre eles, Melhor Atriz do Teatro Infantil, 1973; Prêmio MEC, Troféu Mambembe, pelo espetáculo "Música para Brincar e Cantar", com o "Bloco da Palhoça", 1981 e Prêmio Coca-Cola de Teatro Infantil, categoria Personalidade com o espetáculo "Bia Canta e Conta", 1990.
Apresentou, de 1987 a 1993, o programa Conta Conto, na TVE do Rio de Janeiro. Em 1988 e 1989 apresentou o programa ecológico Baleia Verde, na TVE e na TV Manchete. Em 1995 e 1996 apresentou o programa Lá Vem História, na TV Cultura de São Paulo. Lançou, também, três livros infantis, além de um CD-Rom.

Assista trechos do show Cabeça de Vento, no Teatro da UFF, em 2006
Conheça mais sobre o trabalho de Bia no site da cantora.
Por Thaís Barros

Niteroiense já foi finalista do programa Ídolos


A cantora soprano Nanda Garcia herdou o gosto pela música de seu avô que foi cantor de rádio, na década de 40 e 50. Ela começou sua carreira artística aos 16 anos, com o grupo vocal Nikitkids. Nanda Garcia foi uma das 10 finalistas do programa Ídolos 2008, da Rede Record.
Formada em fonoaudiologia, Nanda Garcia ingressou na carreira solo aos 17 anos quando dividiu o palco do Mistura Fina com Jair Rodrigues. A cantora também é professora de musicalização infantil; estudou no Conservatório de Música do Estado do Rio de Janeiro com Maria Isis Figueira Machado. Ela ainda cursou piano clássico com Cely Periard, teatro com Heraldo H. Portella, e expressão corporal com Lissa Venturinni.
É conhecida como a “Nala” brasileira, por interpretar o papel da princesa Nala no musical "O Rei Leão", da Disney. Já se apresentou com Ivan Lins, Jair Rodrigues, Marvio Ciribelli, entre outros artistas.
Fez apresentações em locais como Centro Cultural Carioca – RJ e Parque Anhembi – SP. Gravou jingles para o Jornal do Comércio e para a Rede Globo, onde também participou do programa Caldeirão do Huck.

Conheça mais sobre a cantora na página do myspace

Assista no youtube a uma apresentação de Nanda no programa Ídolos

Por Ciro Cavalcante

 
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